Considerado um dos maiores e mais influentes jornais do mundo, o New York Times publica extensa matéria com o Pastor Silas Malafaia com chamada na capa com o seguinte titulo: “Evangelical Leader Rises in Brazil’s Culture Wars” (Líder evangélico cresce em meio a batalhas culturais no Brasil).
Segundo a reportagem, o Pastor Silas Malafaia tem crescido em meio a temas polêmicos como homossexualismo, aborto, e a legalização da maconha. O jornalista destacou que o pastor Malafaia tem atraído a atenção por sua forma de ataque verbal. Em outro trecho da matéria é dito algo muito importante: especialistas dizem que enquanto o Brasil continua tendo um dos maiores números de católicos romanos do mundo, agora também compete com os EUA em ter uma das maiores populações pentecostais, dizendo que atualmente 1 em cada 4 brasileiros pertence a uma congregação evangélica, e aponta o pastor Malafaia como um dos líderes deste crescimento.
Na matéria, Andrew Chesnut (especialista em religoes da America Latina da Uversidade Virgina Commonwealth) compara o pastor Malafaia a um dos mais conceituados pastores americanos chamado Pat Robertson, que foi o pioneiro nas questões: evangélico e política. Em outra parte da reportagem é dito que o pastor não tem apenas jornalistas liberais como inimigos, mas também outros líderes religiosos, e seu crescimento tem sido fonte de admiração e mal-estar.
O pastor Silas Malafaia atribui tudo isto primeiramente a Deus, depois a criação que ele teve, sua família, e uma rede monumental de irmãos e amigos que intercedem e apoiam seu ministério. O Pastor finaliza dizendo: “A DEUS SEJA A GLORIA.”
A 3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa segue até nesta sexta-feira e cerca de 900 representantes de todos os estados do Brasil participam do evento. Assuntos como o envelhecimento com qualidade de vida, os avanços e os próximos desafios da Política Nacional do Idoso estão sendo debatidos no encontro. Com o tema ‘O Compromisso de Todos por um Envelhecimento Digno no Brasil’ a conferência reúne representantes regionais que respondem pelos 21 milhões de idosos em todo o país.
Durante o encontro, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, assinou um termo de cooperação com a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) que pretende promover a criação dos Conselhos de Direito dos Idosos e incentivar a implementação de um fundo voltado às políticas públicas para a população com mais de 60 anos. A campanha de valorização à pessoa idosa, com destaque para a divulgação das ações do Disque 100, também foi lançada durante a conferência.
“O Brasil tem avançado muito nos problemas sociais e políticas públicas, não podemos ter nenhum retrocesso com relação ao tratamento dos idosos, quanto mais avançarmos, mais velha a nossa população ficará e é um direito envelhecer com dignidade”, disse a secretária nacional de Promoção dos Direitos Humanos, Nadini Borges. A secretária acrescentou ainda a importância da população idosa para os avanços registrados no país. “Temos muito agradecer”, disse.
O deputado Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que uma nova cartilha anti-homofobia será lançada para ser distribuída nas escolas públicas pela SDH (Secretaria de Direitos Humanos). Um material apelidado por ele de “kit gay 2”, “que é muito pior do que o primeiro”, segundo o parlamentar.
Bolsonaro afirma que o primeiro “kit gay”, já tinha sido vetado pela presidente Dilma Rousseff, mas que agora, um “subordinado” a ela, Fabio Meirelles Hardman de Castro, Coordenador Geral de Direitos Humanos do MEC, “trouxe o assunto com toda a carga” para ser aprovado.
A polêmica cartilha foi criada pelo MEC e ainda sobrevive, sustentada pelo assíduo apoio do ministro Fernando Haddad, candidato à prefeitura de São Paulo.
O conteúdo influencia a formação do caráter sexual, incentivando a falsa consciência de que homossexualismo é normal.
O pastor Silas Malafaia pede para que os evangélicos e pessoas de bem façam uma campanha acirrada contra a candidatura dele (Fernando Haddad) em São Paulo. Segundo o pastor, o kit não é para proteger, e sim para se ensinar o homossexualismo.
“Isto é uma vergonha! Se é para proteger quem é discriminado, porque então não fazer um kit para os gordinhos, baixinhos, magrinhos, altos, baixos, narigudos, etc… que sofrem discriminação?”, completou Malafaia.
O movimento gay manipulou informação e se manifestou mais uma vez contra o pastor Silas Malafaia, tentando tirar o programa Vitória em Cristo do ar. O presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, encaminhou em 24 de outubro deste ano uma carta à Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão, Gilda Pereira de Carvalho, acusando o pastor de incitar violência contra os homossexuais. O ofício também foi enviado ao Ministro de Comunicação, Paulo Bernardo. Após tomar conhecimento do fato, Malafaia gravou um vídeo resposta, que pode ser assistido a seguir.

